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segunda-feira, setembro 05, 2016

Pernoite.




Eu ordeno que fique de joelhos e apoie os teus cotovelos sobre a cama, solte os cabelos e deixe-os caírem sobre o colchão, arrebita a bunda apontando-a para o céu, eu quero deslizar a minha língua, romper o teu véu em uma viagem desde a tua nuca em busca da sua buceta sedenta e molhada, contornando o teu cu, quero sentir pulsar o teu sangue em minhas mãos, deixe o néctar escorrer em minha boca, desmaie seus sentimentos sob o meu prazer.

Esqueça a ausência das fragrâncias do amor, hoje o cheiro é de sexo, encurtarei a distancia entre os nossos corpos em um laço de abraço incomparável, estapear as tuas nádegas brancas para que fique cravado a marca dos meus dedos, apossar-me dos teus seios como joias preciosas e lapida-los com os lábios!

Esconda o silencio no gozar de cade gemido contido e eu farei do teu gozo o meu mais novo verso enquanto me resta ainda ser o perverso, umedeça as cores do meu lado animal, excitação.

Abra as pernas, permita-se ao ritual, deixar minhas marcar em teu corpo faz parte do meu prazer, ira acordar cheia de hematomas os quais irei dedilhar e contar cada um deles presenteando-lhe com a certeza de um amanhecer incomparável, sinta ainda minhas mãos sobre os teus seios pintando a mais bela poesia; BOM DIA!

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